terça-feira, 30 de agosto de 2011

A Exaltação da Santa Cruz

A Exaltação da Santa Cruz

14 de Setembro

“E como Moisés levantou no deserto a serpente, assim também importa que seja levantado o filho do homem, a fim de que todo o que nele crê, nele tenha a vida eterna”. (Jo 3,14-15)

O próprio Senhor Jesus denominou a sua crucificação como uma exaltação: “Cumpre que o filho de Deus seja exaltado.” De fato foi pela cruz que Jesus foi exaltado sobre os céus e a terra.
Devemos também, nós entendermos que seremos exaltados se, com Jesus Cristo, levarmos nossa cruz com paciência, resignação e humildade.
No dia do nosso batismo fomos marcados com a cruz do Senhor. A cruz é o distintivo dos filhos de Deus, que foram resgatados. Importa lembrar que assim como o povo de Israel, ao olhar para a serpente de bronze colocada na haste do cajado, conforme determinação do próprio Deus a Moisés ficavam curados das picadas das serpentes, também nos quando olhamos para a cruz, lembramos que foi nela que Jesus nos redimiu.
O que nos parece estranho é que muitos, que se dizem Cristãos, simplesmente menosprezam o Sinal da Cruz e até mesmo sentem aversão ao vê-la, sobreposta no peito de um católico, ou na parede de um lugar público.
No evangelho de São Mateus o próprio Cristo nos diz que: “Quem não toma a sua Cruz e não me segue, não é digno de mim”. Percebemos que no referido versículo o próprio Senhor nos convida a seguir em frente, não importando as quedas, o desânimo e os contratempos. O que realmente importa é levantar a cabeça, enxugar as lagrimas e o suor, tomar a cruz, e passo a passo seguir o Mestre.
Olhar para o Crucificado, longe de ser, adorar um Cristo Morto, é ter a certeza da ressurreição, pois como disse o apóstolo Paulo: “Se Cristo não ressuscitou, vã é a nossa fé.”
Santo Hipólito escreveu: “... Se fizermos o Sinal da Cruz, com fé, ele será para nós um escudo.”
O sagrado lenho serviu de altar para o sacrifício do Cristo. O madeiro encharcado pelo sangue redentor foi o leito de morte do nosso Deus. O vento frio era cortante para aquele corpo desfigurado e febril.
O Senhor tudo suporta e sente como bálsamo sobre suas chagas, as lágrimas amorosas de sua doce Maria, escorrerem sobre os seus pés e misturarem-se ao seu sangue glorioso.
Ó cruz bendita de nosso Senhor!

A Festa da Santa Cruz

A tradição nos diz que a Imperatriz Santa Helena, durante uma peregrinação a Terra Santa, mandou fazer diligentes pesquisas com o objetivo único de encontrar a verdadeira Cruz de Cristo.
Depois de muitas buscas e pesquisas encontraram pedaços da Santa Cruz era o dia 14 de Setembro de 320.
Santa Helena convenceu seu filho Constantino, Imperador Romano a construir uma basílica no lugar do Santo Sepulcro e lá foi colocado o Sagrado Lenho.
Devemos lembrar o que escreveu o apostolo Paulo: “Nós pregamos Cristo Crucificado, escândalo para os judeus e loucura para os pagãos, mas para os eleitos, ele é força e sabedoria de Deus” (1 Cor 1,23).
Que nosso olhar nunca se desvie do crucificado, pois somente assim, encontraremos consolo no nosso caminhar. Amem.
Paz e Bem!

Os Santos Arcanjos




Santos Arcanjos

29 de setembro


O catecismo da Igreja Católica nos diz que: “A existência dos seres espirituais, não corporais, que a sagrada escritura chama habitualmente de Anjos, é uma verdade de Fé”.
Santo Agostinho afirma que por todo o seu ser, os Anjos são servidores e mensageiros de Deus. No livro de São Mateus Lemos como o próprio Cristo afirmou que os Anjos contemplam “constantemente a face de meu Pai que está nos céus”. (Mt 18, 10)
O concílio ecumênico de Latrão definiu que Deus criou as coisas materiais e espirituais. O diabo e os outros espíritos malignos foram criados bons por Deus porém tornaram-se maus por si mesmos.
Antes de ter criado o homem, Deus criou os Santos Espíritos, os espíritos puros, isto é, não compostos de matéria, embora por vontade divina, possam às vezes apresentar-se aos homens sob formas corporais.
Nas sagradas escrituras encontramos os anjos agrupados em 9 corpos, a saber:
- Serafins, Querubins, Tronos, Dominações, Potestades, Virtudes, Principados, Arcanjos e os Anjos, que por sua vez constituem três hierarquias. A primeira é dos Serafins, Querubins e Tronos têm por missão servir perante o trono de Deus; Dominações, Potestades e Virtudes, que tem por missão servir no espaço da criação. E a terceira hierarquia: Principados, Arcanjos e Anjos, tem por missão o serviço junto a humanidade.

Miguel Arcanjo

Lemos no livro de Daniel que : “Surgirá Miguel, o grande príncipe, que guardará o teu povo” (Dn 12,1). São Miguel é honrado e invocado como guarda e protetor da igreja e também como guardião dos agonizantes.
São João, no livro do apocalipse, escreveu sobre uma grande batalha que houve no céu. Quando Miguel e seus anjos lutaram contra o Dragão e seus anjos, estes foram derrotados e não houve mais lugar para eles no céu (Ap, 12,7-8).







Rafael Arcanjo

Dentre os anjos que conforme a sagrada escritura, se revelaram aos homens como mensageiros de Deus e executores dos seus designos, destacamos o glorioso Arcanjo Rafael.
A sua principal missão no mundo foi a de guia dos homens, amparo e defesa contra todos os males corporais e espirituais que lhes possam ameaçar.
A missão maior do Arcanjo Rafael encontramos no livro de Tobias, nas escrituras sagradas: “Rafael = Deus Cura”.

Arcanjo Gabriel

Gabriel foi o embaixador do Senhor, enviado para levar e revelar os planos do Altíssimo, em primeiro lugar a Zacarias sobre a vinda do precursor do messias, e depois à Virgem Maria anunciando a vinda de Jesus e a encarnação em seu ventre virginal.
Também o profeta Daniel fez referência ao Arcanjo Gabriel, em dois momentos e em ambos como portador das revelações do Altíssimo.
É o Arcanjo da mais bela e importante saudação da história: “Ave Maria, cheia de Graça...”
A tradição Católica conservou e preservou a devoção aos (3) Arcanjos do antigo testamento e os consideram poderosos intercessores junto ao trono do Altíssimo.
Outros títulos e denominações de anjos que se referem a datas específicas e nomes, são pura invenção que não encontram legitimidade nas Escrituras Sagradas.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Madona de Aquiropita


Madona de Aquiropita


15 de Agosto

“As gerações hão de chamar-me Bendita, pois maravilhas fez em mim o Poderoso”.

Quando nos deparamos com as passagens que as Santas Escrituras apresentam da Santíssima Virgem Maria, ficamos impressionados com a enormidade de títulos que a ela se referem, ou que lhe são atribuídos: Nova Eva, Arca da Aliança, Escada de Jacó, Mulher vestida de sol, Virgem Mãe de Emmanuel, Velo de Gedeão, etc..
Também quando nos referimos aos fatos de sua vida e sua trajetória histórica como Mãe do Salvador, Maria da Anunciação, da Visitação, de Belém, do Sim, de Nazaré, das Bodas de Caná, do Desterro, Mãe de Deus, aos pés da Cruz, da Ressurreição, do Cenáculo, da Glória, Assunção...
Muitos títulos referem-se a aparições, a lugares, a situações específicas: Lourdes, Fátima, Loreto, Aparecida, Guadalupe, Lujan, do Monte Carmelo, da Caridade do cobre, Monteserrat, etc..
O título que apresentamos para o mês de Agosto é o de Nossa Senhora de Aquiropita, uma devoção tipicamente dos imigrantes italianos que se estabeleceram em 1926 na capital paulista.
Conta-nos a tradição que o eremita Santo Efrém, viveu na região da Calábria, na Itália, pelo século VI. O eremita vivia nas grutas das encostas das montanhas, alimentava-se de ervas, hortaliças e frutas nativas. Toda a sua vida era de penitência e sacrifícios. Era devotíssimo da Virgem Maria.
Corria o ano de 580 quando uma terrível tempestade acompanhada por um forte vendaval, obrigou o capitão Maurício Tibério a aportar na aldeia calabresa. O santo eremita impulsionado pelo Espírito Santo, foi ao encontro do Capitão e disse-lhe: “Não foram os ventos que te conduziram para nossas terras, foi sim a Virgem Maria, para que tu – uma vez Imperador - , construas aqui um templo em sua honra”.
A profecia foi cumprida e dois anos mais tarde, de fato, Maurício tornou-se Imperador e tão logo tratou de cumprir o que Santo Efrém havia pedido. As obras logo começaram e em tudo o Imperador exigiu o melhor. Vários artistas, escultores foram trazidos de Bizâncio para embelezar o templo e pintar a imagem da Virgem Maria.
Por vários dias, os artistas pintaram o quadro da Virgem, porém, durante a noite, a pintura desparecia, como que sugada pelas pedras das paredes.
A segurança da construção foi redobrada durante a noite. Os guardas estavam em pontos estratégicos do templo. Já com o avançar das horas, apareceu na porta do templo, uma senhora, de rara beleza e parecendo uma nobre rainha, pediu licença para fazer suas orações.
Apesar da resistência do guarda, a senhora o convenceu e entrou e de lá nunca mais saiu. O dia já estava amanhecendo, o guarda, preocupado, entrou no templo para procurar a nobre senhora e, não a encontrando, foi ao encontro dos outros, que também nada encontraram.
O que viram, e ficaram extasiados, foi a pintura na parede, mais bela e mais luminosa, e nela o guarda reconheceu os traços da nobre e bela senhora que entrara para rezar.
Todos foram informados do acontecido e para lá correram, o Imperador, religiosos, artistas, Santo Efrém e o povo em geral.
O espanto era de todos, os artistas não reconheciam naquela magnífica pintura os seus traços. A tinta usada era de uma pigmentação luminosa, parecia celestial.
Diante de tamanho prodígio, e entre lágrimas, o povo gritava, “Madona de Aquiropita”, Aquiropita quer dizer imagem não pintada por mãos humanas.
A imagem passou a ser conhecida realmente pela Igreja, como Aquiropita, e uma centena de milhares de fiéis devotos passou a visitar a igreja do retrato da própria Virgem.
Para confundir os sábios e os poderosos, Deus faz usos de meios simples e eficazes e em grande número, utilizou-se da beleza e da ternura de sua Mãe. Maria sempre atrai os filhos para si e depois leva-os ao seu filho Jesus.
Rogai por nós Virgem de Aquiropita.
Amém e Paz e Bem!

Santa Beatriz da Silva

Santa Beatriz da Silva

Fundadora das Concepcionistas

Da nobreza da vila ensolarada de Campo Maior no despertar da primavera de 1437, nasceu Beatriz, a oitava filha, de um total de doze, do nobre e distinto casal, Dom Rui Gomes da Silva, alcaide da vila, e Dona Izabel de Menezes; eram parentes da Família Real Portuguesa.
A família dos Menezes da Silva era respeitada e admirada por toda a vila. Dona Izabel era carinhosa e extremamente dedicada à formação moral e religiosa dos filhos. Todos os doze foram educados pelos franciscanos, eram zelosos na oração e prontos para toda e qualquer obra de caridade.
O amor pela Virgem Imaculada também foi incutido no coração da nobre família pelos franciscanos.
O que mais chamava atenção de todos era a beleza e a altivez dos filhos do alcaide Dom Rui, em especial a da jovem Beatriz.
Tudo corria na maior tranqüilidade na Vila de Campo Maior, até o dia em que Beatriz foi convidada pela Rainha Izabel, filha de Dom Duarte, Rei de Portugal, e esposa, em segundas núpcias de Dom João II de Castelha, para ser sua dama de companhia. Com a Rainha, Beatriz foi primeiro para Lisboa e depois para Tordesilhas.
A jovem Beatriz, bela dama da companhia da Rainha, era toda dedicada e carinhosa para com Dona Izabel, apesar do temperamento difícil da nobre Rainha.
Na Corte de Castelha, a beleza e o encanto de Beatriz era o que mais se comentava, chegava-se a dizer que, em tudo, a dama se sobressaia à Rainha.
Dona Isabel, por um certo tempo apreciou os comentários e elogios, que eram unânimes na Corte. Afinal, a bela e jovem dama era também sua parenta.
Muitos jovens da Nobreza demonstravam afeição e simpatia pela bela Beatriz, que por várias vezes foi pedida em casamento e sempre e gentilmente recusou os pedidos.
Quase sempre o ciúme e a inveja destroem a beleza de muitos relacionamentos e até mesmo grandes amizades. E foi também por um ciúme doentio de Dom Duarte II, que a Rainha começou uma terrível perseguição contra sua bela dama de companhia.
Tomada pelo ódio, Dona Izabel, trancou a jovem Beatriz em um baú, amarrada e amordaçada, para que lá morresse asfixiada.
Beatriz, vendo-se em perigo de morte, colocou-se inteiramente nas mãos de Deus e a ele confiou sua vida. Foi, porém, naquele baú que a jovem Beatriz conheceu os planos de Deus a seu respeito.
Durante três dias Beatriz esteve trancada no baú e, no final do terceiro dia, apareceu-lhe a Virgem Maria com o menino Jesus nos braços. A Santíssima Virgem estava vestida com um vestido branco e um manto azul da cor do céu.
Nossa Senhora manifestou o santo desejo de que Beatriz fundasse uma Ordem destinada a defender, honrar e promover a devoção à sua Imaculada Conceição.
O desaparecimento de Beatriz causou preocupações a todos e principalmente àqueles que conheciam o ciúme doentio da Rainha.
Pressionada, a Rainha levou seus parentes ao sítio onde estava o baú com Beatriz, e achando encontrá-la morta, que divina surpresa!, a jovem Beatriz levanta-se com toda a sua beleza e sem as amarras causando à Rainha e a todos espanto e alegria.
Dona Izabel, completamente desnorteada, dá permissão à jovem Beatriz para ir embora. A jovem segue em direção a Toledo.
No caminho para Toledo, Beatriz encontra dois religiosos franciscanos, um falava português, saudando-a em sua língua materna.
Conversavam pelo caminho, falaram da fundação da Ordem da Imaculada Conceição, os conselhos e as exortações dos frades pareciam celestiais. Os frades desapareceram da mesma forma que apareceram, sem serem percebidos pela comitiva de Beatriz.
A jovem Beatriz teve a grata certeza de que os frades eram São Francisco de Assis e Santo Antônio de Pádua.
Foi no Convento das Irmãs Dominicanas de Toledo que Beatriz encerrou-se por 30 longos anos. Foi lá que Beatriz decidiu cobrir seu belo rosto, descobrindo-o em raras ocasiões. Beatriz decidiu cobrir seu rosto por entender que sua beleza foi a causa de tantos desgostos.
Sua vida no convento foi marcada pelo silêncio e pela piedade. A obediência era seu lema principal, a penitência e o sacrifício faziam parte do seu cotidiano.
Beatriz estava preparada para a missão a ela confiada durante os três dias no baú. Mais uma vez apareceu-lhe a Mãe de Deus e, mostrando-lhe suas vestes, para que servisse de modelo para o hábito de sua futura Ordem.
A Rainha Isabel, a Católica, deu a Beatriz o Palácio de Galiana e a igreja de Santa Fé, ao lado do Palácio. Foi lá que Beatriz, com mais doze jovens, iniciaram a Ordem da Imaculada Conceição em regime de clausura e pobreza evangélica.
Beatriz torna-se a abadessa do Convento. A bula de aprovação da Ordem foi concebida por Inocêncio VIII e foi datada de 30 de abril de 1486.
Seis anos se passaram até o dia da profissão solene da Irmã Beatriz e das doze companheiras. Dez dias antes, a Santíssima Virgem apareceu à Irmã Beatriz dizendo que o Senhor viria buscá-la no dia marcado para a profissão solene e nascimento oficial da Ordem. Beatriz em tudo dá graças a Deus, mesmo sem entender seus desígnios.
No dia marcado, Beatriz recebe o hábito, confeccionado por um franciscano, professa com ele e entrega sua vida a Deus, já como concepcionista.
Conforme sabemos Irmã Beatriz, desde que saiu da Corte, cobriu seu rosto com um véu de renda branca. Na hora de sua morte e para receber o Sacramento da Unção dos enfermos, levantaram o véu e atônitos contemplaram uma luminosidade nunca vista.
De seu rosto saiam raios luminosos e uma estrela, também luminosa, fixou-se em sua testa. Beatriz foi sem dúvida uma luz para o mundo e um sinal de amor à Virgem Imaculada. Era o dia 9 de Agosto de 1492.
Foi declarada Santa pelo Papa Paulo VI em 1976.
Que seu exemplo sempre nos edifique, Santa Beatriz da Silva.
Amém e Paz e Bem!

A Transfiguração do Senhor

A Transfiguração do Senhor


06 de agosto

O Senhor, no capítulo anterior, fala da sua paixão e daquilo que será pedido aos seus discípulos. O desânimo foi geral, quando Jesus disse: “Quem quiser vir depois de mim,... tome a sua cruz e siga-me.”
Jesus, conhecedor do coração dos seus, tomou consigo Pedro, Tiago e João, seu irmão, e os levou a um lugar à parte, sobre o alto do Monte Tabor. Transfigurou-se diante deles.
O Senhor manifesta a sua glória e a vitória sobre a cruz, antecipadamente aos três para lhes dar um novo ânimo e a certeza da ressurreição.
A manifestação no Tabor é extraordinariamente esplendorosa, de suas vestes e de sua face emanam uma luminosidade que os olhos, humanos dos discípulos, são incapazes de contemplar.
A tradição judaica está representada por Moisés que anunciou que um dia Deus suscitaria um profeta como ele a quem deveriam ouvir (Dt 18,15), e Elias que, subiu aos céus, numa carruagem de fogo (2Rs 2,11), e que de acordo com a tradição Judaica pensava que o seu retorno anunciaria a vinda do Messias (Ml 3,23-24)
A cena que os três extasiados contemplavam, dava a certeza de que Jesus era o Messias esperado por Israel.
Finalmente o salmo 2,7 que enaltece o novo Rei, como o filho de Deus é confirmado pelo próprio Deus quando diz: “Eis o meu filho amado, em quem pus toda a minha afeição; ouvi-o” (Mt 17,5)
Pedro, falando pelos outros exclamou: “Senhor, é bom estarmos aqui!” A manifestção da glória celeste, encantou de tal maneira os apóstolos, que desejaram pular a etapa da cruz.
O mestre Jesus deixou um gosto de eternidade no coração dos três, mas para tanto deveriam descer, tomar a cruz e segui-lo...

Paz e Bem!